Programa da Justiça de Rondônia atua na promoção do bem-estar de servidores e magistrados

Colagem de seis imagens diferentes mostra servidora e juízes (um homem e uma mulher) durante palestra em auditório; duas das fotos mostram a plateia, formada por homens e mulheres de meia idade e roupas formais

O Programa BemJud, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), foi apresentado na Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A iniciativa, que já se consolidou como referência em Rondônia, ganha cada vez mais espaço nacional ao compartilhar experiências e boas práticas ligadas ao cuidado com a saúde mental no âmbito do Judiciário.

Durante a atividade formativa, conduzida por representantes da Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron), magistrados, servidores e gestores mineiros conheceram as ferramentas que compõem o programa, voltado à promoção do bem-estar psicossocial e à transformação da cultura organizacional.

O BemJud reúne ações de prevenção, escuta ativa, formação e atendimento especializado, buscando fortalecer a saúde emocional no ambiente de trabalho. Para isso, utiliza oficinas, relatórios periódicos, questionários e um portal de apoio com conteúdos educativos, oferecendo uma metodologia que alia inovação e gestão estratégica de pessoas.

De acordo com o vice-diretor da Emeron, juiz Johnny Gustavo Clemes, a proposta vai além do atendimento individual e se consolida como instrumento de gestão de bem-estar institucional, fornecendo dados sobre níveis de saúde psicossocial, identificando causas de adoecimento e orientando decisões administrativas.

A juíza Cláudia Mara da Silva Faleiros Fernandes, coordenadora do programa, destacou que a credibilidade alcançada pelo BemJud em Rondônia resulta justamente de sua institucionalização, que transmite segurança a magistrados e servidores para compartilhar experiências e buscar apoio. A psicóloga da Divisão de Saúde do TJRO, Iuna Sapia, também participou da apresentação no tribunal mineiro.

A experiência do TJRO tem despertado interesse de outros tribunais, como o TJMG, que agora passa a conhecer mais de perto o modelo. Segundo o desembargador Maurício Pinto Ferreira, superintendente adjunto da Ejef, o contato com iniciativas já consolidadas representa um passo importante para que o Judiciário mineiro avance na implementação de políticas de saúde mental para seu público interno.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Com informações do TJMG